Hoje, enquanto eu sofri na pele as dificuldades de me locomover com uma deficiente, minha mãe, comecei a notar que a nossa cidade ou os cidadãos não são muito preocupados com as pessoas com deficiências , ou cadeirantes. Pois nos principais postos onde essas pessoas precisam ir, como em postos de saúde, e em laboratórios. Não existem, em alguns destes lugares, vagas exclusivas para estacionamentos, bem como rampas de acesso para cadeirantes.
Os laboratórios... claro que não são todos, mas no laboratório onde nós fomos, para começar: a cadeira da minha mãe não cabia no elevador, e na sala de espera não dava para ficar, tivemos que ficar no corredor ao lado. Eu achei o ¨fim da picada¨, pois será que eles (os donos dos laboratórios) acham que os cadeirantes nunca vão ir ao seu laboratório? É bem verdade que já existem muitas coisas que já foram feitas, mas eu acho que o que precisa mudar é a mentalidade das pessoas.
E os engenheiros que projetam as construções da cidades deviam pensar muito bem antes de projetarem as instalações e calçadas, pois um dia eles podem precisar.
Aluno: Nadir J. dos Santos
E.J.A. NOTURNO - TURMA B
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
8ª MOSTRA DE DANÇA .
Na quinta-feira, dia 24 de setembro, fomos ao teatro PEDRO IVO,
para assistir a 8ª mostra de dança, onde a profª SANDRA se apresentou.
E ela deu um show!
Quem a vê na escola não diria que ela faria um grande espetáculo!
EU adorei! Nunca tinha ido àquele teatro, é muito bom quando a gente vê algo interessante assim, faz bem para a mente, e eu me imaginei lá junto a ela, dançando também.
Mas foi só um momento, eu não tenho talento para a dança.
Já a profª SANDRA é bastante talentosa, eu gostaria de vê-la dançando mais vezes.
PARABÉNS, PROFª SANDRA (TICA), VOCÊ MERECE!!
E QUANDO TIVER OUTRA APRESENTAÇÃO ME CONVIDE, ESTAREI LÁ.
BEIJO ... VERA.
para assistir a 8ª mostra de dança, onde a profª SANDRA se apresentou.
E ela deu um show!
Quem a vê na escola não diria que ela faria um grande espetáculo!
EU adorei! Nunca tinha ido àquele teatro, é muito bom quando a gente vê algo interessante assim, faz bem para a mente, e eu me imaginei lá junto a ela, dançando também.
Mas foi só um momento, eu não tenho talento para a dança.
Já a profª SANDRA é bastante talentosa, eu gostaria de vê-la dançando mais vezes.
PARABÉNS, PROFª SANDRA (TICA), VOCÊ MERECE!!
E QUANDO TIVER OUTRA APRESENTAÇÃO ME CONVIDE, ESTAREI LÁ.
BEIJO ... VERA.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Feira do Livro
Na sexta-feira dia 15 de maio de 2009. Foi marcado uma visita a feira do livro onde
fomos todos da Eja; para cada grupo aproveitar e ver se havia alguma coisa interessante para suas pesquisas.
Foi uma visita muito legal, compareceram todos os grupos.
Eu e o meu grupo conseguimos com a ajuda da prof. Rose falar com um moço sobre nossa pesquisa.
Ele nos falou sobre um livro. E nos explicou que antes da vinda dos Jesuítas eram os Franciscanos que pregavam o Cristianismo para os índios.
Só depois de alguns anos é que chegou a (companhia de Jesus) para evanjelizar o povo que eram muito desumanos até mesmo canibais.
O nome do moço é Rogério Alexandre dono de uma banca da Feira do Livro.
Adorei o passeio com os professores;Rose e Marcos
Espero que tenhamos mais oportunidades como essa para que possamos
aproveitar.
Aluna: Vera Terezinha Soares
Turma:B
fomos todos da Eja; para cada grupo aproveitar e ver se havia alguma coisa interessante para suas pesquisas.
Foi uma visita muito legal, compareceram todos os grupos.
Eu e o meu grupo conseguimos com a ajuda da prof. Rose falar com um moço sobre nossa pesquisa.
Ele nos falou sobre um livro. E nos explicou que antes da vinda dos Jesuítas eram os Franciscanos que pregavam o Cristianismo para os índios.
Só depois de alguns anos é que chegou a (companhia de Jesus) para evanjelizar o povo que eram muito desumanos até mesmo canibais.
O nome do moço é Rogério Alexandre dono de uma banca da Feira do Livro.
Adorei o passeio com os professores;Rose e Marcos
Espero que tenhamos mais oportunidades como essa para que possamos
aproveitar.
Aluna: Vera Terezinha Soares
Turma:B
O risco de criar
Uma noite dessas, quando vinha para minha casa depois de ter assistido mais uma aula na E.J.A,vinha pensando em como escrever uma H.P.E.
De repente observei um muro recém pintado todo de branco, mas tinha um detalhe, pois alguém tinha feito um risco preto em toda a extensão do muro. Um risco horizontal todo ondulado. Aí eu pensei: Vou escrever sobre o "risco". Você deve estar pensando o que um risco pode oferecer de informação?
Pois eu te digo: que um "risco" quer dizer tanta coisa que você nem imagina: Por exemplo: esta redação ou crônica . Aqui eu estou correndo o "risco" de parecer ridículo, mas mesmo assim eu me "arrisco".
Ou ainda você... é você mesmo , corre o" risco" todos os dias, mas não tem medo de se "arriscar". Ou experimente "riscar" um pouco do seu passado? Pois não dá, não é mesmo. Mas você agora deve estar pensando, qual é a importância disso tudo. Pois eu te digo, que se você observar bem essas palavras que eu consegui aqui escrever vai perceber que desde o começo destas linhas que escrevi o "risco" é o que menos importa, pois é a mente nossa, ou nossa capacidade de criação que estou tentando passar a você . O "risco" foi apenas o chamariz ou a desculpa para começar estas poucas linhas escritas.
Pois então caro leitor ou ouvinte, pense bem se esse cara mal acabado conseguiu escrever tudo isso, que não é lá grande coisa, imagine você que é muito mais capaz. Você poderá com certeza fazer o dobro ou mais. Basta que você comece.
Então espero que eu de alguma maneira tenha despertado o gigante criativo que existe em sua mente. Então que tal começar, vamos arriscar mai?
Aluno: Nadir Jardim dos Santos
Turma: B
De repente observei um muro recém pintado todo de branco, mas tinha um detalhe, pois alguém tinha feito um risco preto em toda a extensão do muro. Um risco horizontal todo ondulado. Aí eu pensei: Vou escrever sobre o "risco". Você deve estar pensando o que um risco pode oferecer de informação?
Pois eu te digo: que um "risco" quer dizer tanta coisa que você nem imagina: Por exemplo: esta redação ou crônica . Aqui eu estou correndo o "risco" de parecer ridículo, mas mesmo assim eu me "arrisco".
Ou ainda você... é você mesmo , corre o" risco" todos os dias, mas não tem medo de se "arriscar". Ou experimente "riscar" um pouco do seu passado? Pois não dá, não é mesmo. Mas você agora deve estar pensando, qual é a importância disso tudo. Pois eu te digo, que se você observar bem essas palavras que eu consegui aqui escrever vai perceber que desde o começo destas linhas que escrevi o "risco" é o que menos importa, pois é a mente nossa, ou nossa capacidade de criação que estou tentando passar a você . O "risco" foi apenas o chamariz ou a desculpa para começar estas poucas linhas escritas.
Pois então caro leitor ou ouvinte, pense bem se esse cara mal acabado conseguiu escrever tudo isso, que não é lá grande coisa, imagine você que é muito mais capaz. Você poderá com certeza fazer o dobro ou mais. Basta que você comece.
Então espero que eu de alguma maneira tenha despertado o gigante criativo que existe em sua mente. Então que tal começar, vamos arriscar mai?
Aluno: Nadir Jardim dos Santos
Turma: B
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2º Segmento - 5ª a 8ª séries,
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